sexta-feira, 4 de junho de 2010

Invasão de privacidade

Nesse mundo tem gente que parece que não sei... Achei ridícula a exigência do Maradona pra se hospedar na Universidade de Pretória, onde ficará concentrada a seleção argentina durante a Copa. O estrelão mandou trocar os vasos sanitários que vai usar por modelos mais modernos. A reforma foi feita em caráter de urgência e agora o bonitão pode sentar o traseiro gordo em vasos chiqueterrérimos, que liberam sprays em três níveis diferentes de velocidade. Tem um forevis de ouro o moço.

Outra enjoada quando se trata da vida privada, no sentido bem literal, é a Madonna, que não encosta o popô duas vezes no mesmo assento sanitário. A fofa exige que o assento seja trocado a cada ida sua ao banheiro... Ah, fafavô!

Aí fiquei pensando na trabalheira danada que seria atender aos chiliques da Whitney Houston (na época em que ela tava podendo, claro) se a moça fosse tão exigente quanto seus coleguinhas VIP. Dizem as más línguas que num dos shows que fez, a diva pediu (e comeu!) 24 ovos cozidos. Já pensou a correria pra deixar o banheiro da flatulenta nos trinques?

É dureza ser uma simples mortal. Outro dia mesmo comemorei o fato de me mudar pra uma casa onde tem duchinha higiênica no vaso, como se fosse o must da tecnologia, vê se pode. Confesso também que me atrapalhei à beça com o cestinho de lixo do banheiro de um bar onde já estive algumas vezes. Não é que o bicho tem um sensor e abre sozinho quando você vai jogar o papel?! Fiquei meia hora tentando abrir o treco e nada... Estudei a situação com o papel xixizudo na mão, até que me dei conta de que a coisinha frufruzenta só abria se você ainda estivesse sentado no vaso. Definitivamente sou pobre-pobre-pobre-de-marré-de-si.

Aliás me senti uma autêntica chumbreguda quando soube o tanto que se gasta com uma simples privada nesse mundão de Deus. Olha isso:

Uma cortada no rabo do macaco high-tech pode evitar sérias discussões conjugais. Adeus tampa do vaso levantada e dona encrenca buzinando na orelha! Trata-se do S400 Washlet, que parece um simples vaso sanitário, mas é incrementadíssimo. Tem sistema de lavagem de mãos livres (que diabo é isso? Não digo que sou pobre?!), tampa do vaso com sensor pra se levantar assim que você se aproxima e fechar à medida em que se distancia, além assento aquecido, com duchinha acoplada (o jatinho vai direto pro olho do furacão... ui!). No vaso também tem secador com três níveis de temperatura do ar (essa é boa!) e purificador. Tudo acionado através de controle remoto sem fio. E aí, tem cash pra isso? É só desembolsar US$ 1.500.


Agora se você é daqueles que se preocupam com a escassez dos recursos naturais do planeta ficará muito satisfeito com esse modelo, o Home Core Integrated Toilet, desenvolvido pelo designer Dang Jingwei. A engenhoca tem três divisões que integram a pia, o vaso e um sistema de armazenamento de água. Isso significa que toda vez que a água for acionada na pia, fica armazenada pra ser utilizada na limpeza do vaso. Tá certo que o negócio, embora bonito de se ver seja meio esquisito, mas não é que o sujeito teve uma boa ideia? Chinês sabidão!


Tem também o banheiro inteirinho num único equipamento. É o Odyssey Vertebrae, que integra todas as funções sanitárias numa única coluna, basta que você desloque as peças em torno dos eixos. Além do vaso e da pia, tem também duas duchas, armários e um reservatório de água.


Ah, ainda tá achando pouco? Então veja esse, desenvolvido por uma companhia americana de desentupimento para premiar o ganhador de um concurso promovido pela empresa. O "modesto" vaso sanitário é equipado com notebook, TV de tela plana, iPod, videogame Xbox e uma geladeira recheada de bebidas e petiscos (fala sério! Fazer uma boquinha nessa hora é de lascar... Só americano mesmo!). Tem também uma bicicleta ergométrica, acredita? Segundo Steven Pollynea, vice-presidente da empresa, foram gastos US$ 5 mil pra equipar a privada.


E pra aqueles que tem grana sobrando e só lhes falta-lhes o gramur (eu não vejo Zorra Total, juro!), uma boa recomendação é esse suntuoso vaso sanitário coberto de cristais Swarovski, criado por uma empresa americana habituada a satisfazer as extravagâncias de seus clientes milionários. Fica aqui uma dúvida: será que os varósvisqui não pinicam a alma do cagão? Hum, olhando bem, o assento não é de cristal... Ufa! Bom, só sei que o vaso custa em torno de US$ 75 mil. Um luxo só. Ué, e daí que é caro? Cê tá pagaaaaanu! 
Pra finalizar, tem gente que não se contenta em ter apenas um vaso sanitário, por mais incrementado que ele seja. O parlamentar coreano Sim Jae-Duck mandou construiu uma casa inteira com cara de privada. Isso não foi à toa, fique sabendo. Ele é presidente da World Toilet Association, uma entidade que exige que os banheiros recebam, no mundo moderno, a atenção que merecem (oi?). A fixação de Jae-Duck por banheiros é coisa antiga, afinal, sua biografia revela que foi parido em um banheiro. Na verdade, com isso, ele quer chamar a atenção e arrecadar fundos para a realização de saneamento básico em lugares onde isso não existe. Ele aluga a casa para ricaços que gostam de curtir a vida de um jeito bem exótico. O preço é salgado - cerca de R$ 88 mil reais por dia.

  

terça-feira, 1 de junho de 2010

Homem também sofre, sabe?

Ai ai ai minha bicicreta!... O povo não acredita quando digo que sou songa-monga e continua me mandando e-mails pra saber o que penso sobre isso ou aquilo.

Ó, já falei que sou uma mocoronga da pior espécie e que também vivo me estrepando de verde e amarelo (uia! Em época de copa essa caiu bem... Aliás, quando é mesmo que termina esse saco de futebol? Taqueopariu!), então, sei lá em que posso efetivamente ajudar alguém. Já havia decidido não me envolver mais nessas questões, justamente porque não consigo avaliar até que ponto posso interferir negativamente, mas não dá pra ficar indiferente a isso:

Eu, na verdade, estou precisando de umas porradas...
Por isso, preciso que você (o mais breve possível!) dê-me as porradas bem dadas, aponte-me verdades, acabe com a minha raça por completo!

E o pior de tudo, entenda o que eu estou pedindo sem muitas explicações... Um único adiantamento que tenho é que "o pensamento nela dói e é necessário deixar para lá..."


Homem amargurado e assumido? Eeeeeba! Ops, foi mal, digo, puxa, mas que surpresa! E ainda por cima querendo levar porrada? Mosca branca! Peraí que vou encaixar o soco inglês nos dedinhos... Já tô pronta e você? Então vamos lá...

O bicho-homem é engraçado. Diferente do bicho-mulher, que geralmente sofre só até encontrar alguém mais interessante, os homens se enfiam em enroscos infinitos. Conheço uma porção de caras que mesmo estando com novas companhias, não param de suspirar pelos pezinhos que lhe deram belas bicas no fiofó. Só posso concluir que homem gosta é de sofrer (mais que mulher, acredita?). E isso, honestamente, não consigo entender, portanto, menos ainda explicar.

Há homens que são eternos apaixonados, que se entregam por inteiro. Até aí, tudo bem, que mulher não gosta de homem sensível? O problema é quando eles exageram na dose, principalmente depois que o relacionamento acabou.

Tá certo, entendo perfeitamente como é sofrida uma dor de cotovelo. Mais difícil ainda se por alguma desgraça do destino você tenha que cruzar com ela diariamente, tipo no trabalho. Seja lá o motivo que for que o impeça de ficar com quem quer, mesmo depois de ter tentado de tudo, chega o momento em que é imprescindível, acima de qualquer coisa, ser REALISTA. Saiba que, diferente dos homens, que ficam com pena de mulheres insistentes, nós mulheres, sentimos repulsa de homens que não viram a página. É feio admitir, mas é a verdade.

Drama é muito bonito nas novelas. Em obras de ficção o mocinho pode sofrer feito o cão, mas sempre tem um final feliz garantido. Só que a vida real exige a compreensão de que ficar chorando, batendo a cabeça na parede e sapateando em cima da cueca não faz nenhum amor renascer (ou, ainda pior, surgir). Enquanto você usa seu tempo escolhendo a ponte de onde vai pular ou se toma chumbinho (sou pobre) de manhã ou depois do almoço, seu objeto de desejo e agonia continua toda toda, vivendo a vida numa boa e, quem sabe, bem acompanhada. Dói, eu sei, mas perceba definitivamente que ELA-NÃO-ESTÁ-A-FIM-DE-VOCÊ... MEEEEESMO!

Já foi lá, deixou BEM claro seus sentimentos (se não fez isso ela está certíssima, você é um bundão) e, mesmo assim, não adiantou nada? Então é hora de fazer a fila andar de uma vez. É fácil? Não. Mas, quando quer, todo mundo consegue. Comece aprendendo a ser PRÁTICO.

Você só tem duas escolhas:

1 - Continuar com essa ideia fixa e perder um tempo precioso da sua vida (que não voltará jamais) choramingando pelos cantos. Nesse caso, não se esqueça que enquanto você chora, a vida segue pra todos, inclusive pra ela. Seu sofrimento não mudará a situação em absolutamente nada. E espero, sinceramente, que leve milhares de outros pés na bunda, desta vez de kichute (sou pobre... e velha!).

2 - Acabar de vez com a ilusão. Ficar achando que ela é sensacional, a melhor mulher do mundo e outras lenga-lengas só servirá pra te manter mais ligado a ela. Comece a usar a imaginação conflitante pra arrancá-la de vez do seu coração, tipo a bela sentadinha na privada, com um rolo de papel higiênico Tico Tico na mão (sou muito pobre e muito velha), veias da testa quase explodindo e tirando cera do ouvido entre uma folga e outra no sufoco. Ou então: ela seria linda, se não tivesse aquelas trancinhas rastafari dentro do nariz. Parece brincadeira, mas isso funciona! Porque a gente tem o péssimo hábito de idolatrar as pessoas que nos deixam sem chão, esquecendo que elas são normais e cheias de defeitos como todo mundo é.

Por último, recomendo que procure se afastar de situações melodramáticas, que só cutucam ainda mais a ferida. Nada de ficar ouvindo milhares de CDs do Bruno e Amarelone ou assistir pela quaquilhonésima vez Ghost. Vá se esbaldar por aí, curtir um bom (bom?!?) dum rebolation e dê tempo ao tempo. De repente, sem que você perceba... Plim! Já passou.

E se nada disso adiantar, fica aqui um consolo: até o gostoséééérrimo e lindééééérrimo ator George Clooney, eleito duas vezes como o homem mais sexy do mundo pela revista People, já passou por decepções amorosas. "Tive alguns relacionamentos muito bons e outros não tão bons assim", afirmou Clooney ao jornal Daily Mirror. "Alguns términos foram fáceis e fizeram sentido para mim, mas alguns foram muito complicados e dolorosos".

Tá vendo? Pimenta é uma coisa que arde no... olho de qualquer um! O importante é, como sempre digo, aprender com as experiências ruins e ficar mais ligado nas próximas vezes. Afinal, como diz um amigo meu, em rio que tem piranha, macaco véio bebe água de canudinho.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Um japa do balacobaco

Sabe o que eu reparei? Que falo falo falo do japa, mas ainda nem o apresentei direito. Se bem que já o mostrei aqui há um tempinho atrás, só que ele estava meio discostas. Mas vamos aos fatos.


Eu e meu japa estamos juntos já há quase 25 anos, o que rende um mundo de histórias pra contar. É um tantão de risos e lágrimas compartilhadas, são lembranças do encontro de duas pessoas bem jovens, que agora já reconhecem um no outro os inevitáveis sinais que o tempo vem trazendo. Caramba, estar sempre com a mesma pessoa enche o saco, não enche? Pois afirmo com todas as letras: NÃO.

Acho que a fórmula pra se manter uma relação bacana é nunca deixar de olhar o outro com os olhos da primeira vez. É ver o tempo passar, os cabelos brancos surgindo, a pele menos iluminada e, mesmo assim, enxergar a pessoa daquele mesmo jeitinho do primeiro encontro. Às vezes, sem mais nem menos, me pego olhando assim pro japa... E penso: puxa, como ele é bonito! Que se danem os sinais do tempo. Gosto de ver o sorriso dele, aquela cara de safado que não muda nunca. Adoro saber das suas realizações no trabalho, fico muito orgulhosa. Também, não é pra menos. Conviver com alguém que quase diariamente salva vidas por aí é algo muito especial.

O japa trabalha pra caramba. Além de ser coordenador-médico do SAMU, também é ginecologista-obstetra.

Por ser mulher de médico é normal que as pessoas me peçam referências sobre profissionais da área da saúde. Aí outro dia a cabeleireira me perguntou se eu conhecia um bom ginecologista. Oras, mas é ca-laaaaro que conheço! O melhor, o maioral, o espetaculoso DOCTOR JAPA! Quando informei a ela que meu marido poderia atendê-la, a mulher recuou:

- Ah, não sei não... Ele me conhece... Aí vai sair falando que já viu a perereca da cabeleireira, já pensou?

Achei isso muito engraçado e contei a ele. O homem ficou sério, então logo pensei: caraca, lá vem sermão da montanha sobre ética... Os médicos fazem o juramento de Hipócrates e bla-blá-blá-blá-um-monte-de-trilhões-de-blás... Sem mover um músculo, ele disse apenas:

- Bom, pelo menos a perereca dela deve ser bem penteadinha, né?

Meu Deus do céu, esse homem já nasceu com a validade vencida, não é possível!

Mas, como eu dizia antes, penso que admiração é tudo num relacionamento. E admiro demais esse japa por diversas razões. Por ser quem é, um cara generoso, de excelente caráter, além de liiiiiiiiindo de morrer (eu acho. E se eu acho, tá achado e pronto). Por fazer o que faz, um trabalho de importância inquestionável. Por ser um companheiro nota mil, que me apóia em tudo e que, salvo discussõezinhas bobas e raras, jamais me magoou de verdade. Porque é muito querido, tanto na vida pessoal como na profissional (ô loco, Faustão!), sempre acolhendo a todos com carinho e atenção. Enfim, o admiro por um montão de motivos. E sempre foi assim, quer ver?

Aqui ele ainda estava no último ano da faculdade (1991) e aparece com a turma do internato, olha que belezinha:


Já esta foi tirada no baile de formatura dele. Ai, ai... Esse japa de simoki é um colírio!...


Aqui foi na colação de grau. Admirável mesmo, não? Só que o que eu mais tô admirando nesse exato minutinho é que esse fiadaputa só aparece nas fotos grudado em mulé... E mulé que NÃO SOU EU!!!!!


Mas o tempo passou, o japa foi tomando tenência (será???), ganhando seu dindim suado e agora pode curtir um bem-bão é com a dona encrenca aqui. Ah, assim sim, né?!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Calçola da vovó nele!

Definitivamente não sou uma mulher romântica. Bom, pelo menos não tãããão romântica assim. Uma vez fiz a bobagem de tentar mudar meu jeito de ser por causa de alguém e, no fim, me dei muito mal. Eu, que sempre tive os pés bem grudadinhos no chão, topei viajar nos devaneios de uma pessoa eternamente insatisfeita, mentirosa e egoísta. O resultado não podia ser outro, né? Perdi um tempo precioso e um bem muito importante, a minha paz. Mas tudo bem, afinal, todo capim do pasto é pouco pra uma burra comilona.

Não sou contra demonstrações de romantismo. É lógico que, como toda mulher, adoro ganhar flores e outros mimos, principalmente sem motivo especial. Também gosto de presentear, é muito bom ver a outra pessoa feliz. Mas acho que pequenos gestos no dia-a-dia já dizem muito, honestamente não acho que pra manter um relacionamento bacana seja necessário bolar grandes estratégias.

Mas mesmo não sendo minha praia, admiro gente que usa e abusa da criatividade pra manter acesa a chama da paixão, digamos assim. Tudo bem que eu morro de rir vendo aquelas doidas se enroscando languidamente no poste  - a tal da pole dance -  e não tenho a menor dúvida de que se eu arriscasse uma performance assim meu japa viria correndo... Ele e a turma toda do SAMU, pra recolher a massa encefálica da minha cabecinha arrebentada no chão. Mas pra quem sabe o que está fazendo e gosta do babado, é bem legal sim, acho que dá uma turbinada na relação.

Ainda bem que meu japa também não é chegado a grandes estrupulias, porque sou fraquinha à beça nessa história de apimentar o casamento. Uma vez até tentei ser mais atiradinha. Animada com pensamentos repletos de luxúria, achei que naquela noite seria genial dar uma de gata-sexy-ultra-gostosérrima e corri pro shopping, queria uma meia 7/8. Não falei que sou uma tristeza? Aposto que você achou que eu iria a um sexy-shop comprar um anel vibratório pra língua (fala sério, quem é que precisa de pareio pra fazer a linguinha tremilicar?!)... Bom, mesmo mentalizando uma sacanagem limitada, tratei de comprar as meias. Vermelhonas. O objetivo era me transformar numa safada. Animada com a aquisição, logo que cheguei em casa fui testar meu "super" look erótico. Ao me olhar no espelho, ri até não poder mais. A meia vermelha não apenas acentuou a tala larga, como transformou minhas pernocas grossas em duas peças inteiras - e gigantes - de mortadela. Virei garota-propaganda da Ceratti. Bom, se a ideia era deixar o japa de olhos arregalados, não deveria ter dispensado o figurino. Com o susto, tomaticamente o rapaz viraria ocidental. E fatalmente broxaria forever.


Também, a sensibilidade do japa pra essas armações eróticas é zero. Acabei de comprovar isso outro dia, quando ele contou como tinha sido o plantão durante o show do Dia do Trabalho. Um dos atendimentos foi pra uma garota que estava trêbada e chegou trançando as perninhas. Diz ele que, de repente, a garota se abaixou pra vomitar (bleeeeergh! Num guento gômito!). Como estava com uma calça de cintura baixíssima e era... digamos assim... um tanto balofinha, abriu o cofre pro povo todo ver. A surpresa ficou por conta da calcinha fio dental com um laçarotão vinho bem no meio do... do... cubix!

Oras, que que tem a menina ser sensual? Foi ao show vestida pra matar, ué!

Mas esse japa é mesmo feito de rocha. Olha isso:

- É, vestida pra matar mesmo... de rir!

Sabe o que é que ele merece depois dessa manifestação de ingnorança? Uma calçola bege, de cós logo abaixo do subaco e com elástico frouxo. O japa que me aguarde, a noite vai ser quente. Vou levar o sem coração às nuvens, com direito a salto de paraquedas. U-huuuuuuu!!!